segunda-feira, 14 de março de 2016
Cinzas de um corpo que perdeu a validade.(poesia)
Poeira ao vento ou uma ultima mensagem?
Será o sinal do fim ou de um recomeço?
Por certo será o fim da vida,de um corpo que expirou,
mas será tambem um começo para onde ela pousou.
Entao sabendo que um dia gerarei vida,
vejo que afinal a existencia faz sentido.
Pois do pó nascemos e ao pó voltamos,
só deixando saudades naqueles que amamos.
Talvez um dia um neto meu,
venha a colher uma bela flor do jardim.
A mais bela em cor,aroma e forma.
Fertilizada pelo corpo em que as minhas cinzas se torna.
Por isso peço,larguem-me ao vento.
Para sentir uma ultima vez o mundo.
Deixem-me pousar num campo germinado.
Pois sei que um dia serei colhido,cheirado e apreciado.
Lobo
Será o sinal do fim ou de um recomeço?
Por certo será o fim da vida,de um corpo que expirou,
mas será tambem um começo para onde ela pousou.
Entao sabendo que um dia gerarei vida,
vejo que afinal a existencia faz sentido.
Pois do pó nascemos e ao pó voltamos,
só deixando saudades naqueles que amamos.
Talvez um dia um neto meu,
venha a colher uma bela flor do jardim.
A mais bela em cor,aroma e forma.
Fertilizada pelo corpo em que as minhas cinzas se torna.
Por isso peço,larguem-me ao vento.
Para sentir uma ultima vez o mundo.
Deixem-me pousar num campo germinado.
Pois sei que um dia serei colhido,cheirado e apreciado.
Lobo
domingo, 13 de março de 2016
Paranóia. (poesia)
Por vezes julgo que apenas eu tenho estes pensamentos.
Mente obscena,com apetite guloso.
Mas sempre encontro alguem com a mesma mentalidade que eu.
Então ai sinto-me de novo fabuloso.
Questiono-me se serei normal,sendo que o banal nada me diz.
Vivo a fazer coisas mas desejando outras completamente diferentes.
Uma paranóia sem fim a vista,que me transporta para o abismo,
que me impede de plantar no campo do banal,as minhas sementes.
Todo o joio em que toco,fica infertil.
Seco por fora e duro por dentro.
E mesmo quando é bem tratado e colhido,
a alegria dura apenas um momento.
Claro que falo em metaforas,
pois na verdade o campo a fertilizar,não tem terra para arar.
Nao tem necessidade de crescer,nem de colheitas.
Apenas tem de se usar amor para que as sementes possam germinar.
Lobo
Mente obscena,com apetite guloso.
Mas sempre encontro alguem com a mesma mentalidade que eu.
Então ai sinto-me de novo fabuloso.
Questiono-me se serei normal,sendo que o banal nada me diz.
Vivo a fazer coisas mas desejando outras completamente diferentes.
Uma paranóia sem fim a vista,que me transporta para o abismo,
que me impede de plantar no campo do banal,as minhas sementes.
Todo o joio em que toco,fica infertil.
Seco por fora e duro por dentro.
E mesmo quando é bem tratado e colhido,
a alegria dura apenas um momento.
Claro que falo em metaforas,
pois na verdade o campo a fertilizar,não tem terra para arar.
Nao tem necessidade de crescer,nem de colheitas.
Apenas tem de se usar amor para que as sementes possam germinar.
Lobo
sexta-feira, 11 de março de 2016
quinta-feira, 10 de março de 2016
Serenidade (poesia)
Serenamente me deito a teu lado,
após uma noite de amor.
Fico por instantes calado,
partilhando do teu calor.
Dois corpos transpirados e quentes,
encaixados na sua plenitude.
Trocando beijos ardentes,
como um casal na juventude.
Jovens que já não somos mas tentamos ser,
mostrando sempre a nossa cumplicidade.
Fazemos novamente amor ate amanhecer,
sempre com muita serenidade.
Lobo
após uma noite de amor.
Fico por instantes calado,
partilhando do teu calor.
Dois corpos transpirados e quentes,
encaixados na sua plenitude.
Trocando beijos ardentes,
como um casal na juventude.
Jovens que já não somos mas tentamos ser,
mostrando sempre a nossa cumplicidade.
Fazemos novamente amor ate amanhecer,
sempre com muita serenidade.
Lobo
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Anedota do dia.
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